Terapias Complementares




O essencial das terapias complementares


O QUE É REIKI:


Reiki é uma palavra de origem japonesa que pode ser traduzida como: “Chuva maravilhosa de energia vital” e transmite a idéia de algo que vem do cosmos e que seu encontro com a terra produz o milagre da vida.
Reiki é a fusão de duas palavras: Rei e KiRei significa universal e refere-se à essência energética cósmica que permeia todos as coisas e circunda todos os lugares. Ki é a força da vida que flui e pulsa em todos os seres vivos. A energia existente no universo é ilimitada. Quando aprendemos a captá-la em sua fonte inesgotável, podemos utilizá-la de muitas maneiras, principalmente, para restabelecer o ritmo natural de saúde. O Reiki é uma das formas de trabalhar com essa energia e pode ser definido como: 
“REIKI é uma arte de cura para todos os distúrbios do corpo e da mente.”
“REIKI é um método científico que se utiliza de um conjunto de técnicas naturais empregando a Energia Vital Universal para restabelecer a saúde plena e o equilíbrio integral do ser humano, podendo levá-lo até a auto-transcendência de si mesmo.”
“REIKI é um caminho que convida à felicidade.”

Origem do Reiki

A arte de curar através da transmissão de energia pelas mãos data de muitos e muitos séculos. Apesar de muitos sistemas religiosos também utilizarem a arte de curar pelas mãos, o Reiki não se enquadra em nenhum sistema religioso.
O Reiki origina-se nas pesquisas e estudos do monge budista Mikao Usui (1865-1926) na cultura japonesa. Depois de uma meditação de 21 dias no Monte Kurama, em 1922, Mikao Usui passou a tratar com o Reiki e a ensiná-lo. Ele teve apenas quatro anos para divulgar o Reiki, pois teve um ataque cardíaco fatal, em 9 de março de 1926, aos 62 anos de idade. Suas cinzas estão ao lado de seu memorial, localizado em um cemitério público, junto ao Templo Saihoji, no distrito Sujinami, em Tóquio. Este memorial foi criado em 1927 e é mantido até hoje pela Usui Shiki Reiki Ryoho Gakkai, escola de Reiki fundada por ele.

O Reiki no Ocidente

A introdutora do Reiki no Ocidente foi a Sra. Hawayo Takata (1900-1980). Numa ida ao Japão, recebeu um tratamento de Reiki na clínica Shinanomachi do Dr. Chujiro Hayashi, um médico aposentado da Marinha Japonesa que havia aprendido a técnica com Mikao Usui. Takata começou a receber tratamento diário e em quatro meses estava totalmente curada. Aprendeu Reiki com Dr. Hayashi e, de volta ao Havaí, sua prática de Reiki prosperou com rapidez. Foi a primeira e única mestra de Reiki no Ocidente até o ano de 1970, deixando 22 mestres que continuaram a expansão do Reiki no mundo.
O Reiki chegou ao Brasil no início da década de 80. Não há nenhuma forma de controle sobre o treinamento e formação de reikianos e mestres no Brasil. Geralmente o mestre funda um núcleo e dá a ele o nome de Instituição ou Associação onde ministra os cursos de Reiki. De acordo com sua capacidade e entendimento, divide os ensinamentos em níveis e pode chegar a desenvolver sistemas mais abrangentes.

Os cinco princípios do Reiki

Mikao Usui notou a importância da participação da própria pessoa no processo de cura. Era claro para ele que sua tarefa não era curar o mundo, mas mostrar às pessoas como elas poderiam se ajudar. Ele adotava no ensino e prática do Reiki, cinco princípios:
Só por hoje: Não se preocupe; não se zangue; trabalhe com afinco sobre si mesmo; seja gentil com todos os seres vivos e seja grato pelas múltiplas bênçãos que recebes”.
O Reiki era visto e ensinado por ele não como uma técnica para recuperar a saúde, mas como um método para auto-aperfeiçoamento de si mesmo, um meio para a realização pessoal e espiritual.

Função do Reiki

Estamos vivos porque a força vital flui em nós e nutre nossos órgãos e células. Quando esse fluxo é impedido ou reduzido, a atividade de um ou vários órgãos ou tecidos do corpo físico, fica debilitada.
A energia vital é sempre benéfica, porém quando fica estagnada ou impedida de fluir, surgem as doenças. Geralmente, estas surgem primeiro nos nossos aspectos mais sutis como as emoções descontroladas e os pensamentos depreciativos. Estes, por sua vez, produzem alterações no corpo físico, portanto as doenças são sintomas (e não causas) de nossos conflitos internos.
O Reiki limpa, reforça e restabelece os circuitos normais da energia, permitindo que a força vital circule de novo e desempenhe o seu papel de proteção e nutrição do organismo.
A aplicação de Reiki se faz através da colocação das mãos de um praticante, capaz de condensar a energia universal (Rei) para o campo da energia humana (Ki). O toque é feito em diferentes partes do corpo, principalmente nos plexos nervosos principais, chamados chakras. Imediatamente à aplicação de Reiki, aumenta consideravelmente o suprimento de oxigênio no sangue e nas células. Isto, juntamente com o relaxamento profundo advindo da aplicação, torna o Reiki um efetivo tratamento contra o stress e a ansiedade.

Benefícios do Reiki



1.     O uso do Reiki é simples e prático. Basta o toque das mãos.
2.    Não é necessário estudo acadêmico ou conhecimentos teóricos abrangentes para dominar o aprendizado das técnicas.
3.    Não existe limite de idade, nem condição prévia exigida para aprender ou aplicar Reiki.
4.    Nenhum objeto, roupa ou local especial e equipamento é exigido.
5.    A energia Reiki rompe tempo e espaço. Pode ser enviado a distância, para o passado ou futuro, pois essa energia não se limita à 3a dimensão.
6.    É um tratamento holístico, o que significa que o Reiki atua na totalidade do ser em seus aspectos físicos, emocionais, mentais e espirituais.
7.    A energia Reiki não é polarizada. Se uma pessoa apresente predominância de energia yang caracterizada pela ansiedade, agressividade e hiperatividade ou predominância de energia yin, caracterizada pela melancolia, desânimo e depressão, conseguirá atingir o equilíbrio entre esses dois polos.
8.    É compatível com qualquer outra forma de terapêutica médica, psicoterapia ou tratamento alternativo.
9.    Não requer diagnóstico prévio. A energia atua exatamente onde o organismo necessita, mesmo que o receptor não tenha conhecimento da fonte de seus problemas.
10.  É um tratamento preventivo e recuperativo, no caso da pessoa já estar doente.
11.  Não há risco de erro. Quando o organismo está equilibrado, a energia simplesmente pára de fluir, mesmo que o praticante continue com as mãos sobre o receptor.
12. Promove uma expansão da consciência, de forma que as percepções e crenças distorcidas da realidade se dissipam e passamos a ter maior discernimento e clareza sobre nossas ações, aumentando nosso autoconhecimento, criatividade e intuição.
13.  Adapta-se a qualquer cultura, raça, credo ou seita. Não utiliza talismãs, preces, mentalizações, nem a fé.
14.  Não desgasta o terapeuta, pois a técnica não se utiliza da energia vital ou ki do reikiano e sim da energia cósmica do universo. Logo, o praticante tem mais energia e disposição do que tinha antes de aplicar o Reiki. Mesmo depois de tratar de muitas pessoas, por mais doentes que estejam, o reikiano, geralmente, se sente mais disposto do que antes.
15.  Pode-se auto-tratar e beneficiar qualquer ser vivo com o Reiki, desde planta, animais até pessoas gravemente enfermas.
16.  O Reiki induz o receptor a assumir a responsabilidade pelo seu processo de restabelecimento. Dessa forma, devolve o poder e o controle da cura a quem pertence de fato: o doente.
17.  Não fica obsoleto. A sintonização, uma vez feita por um mestre de Reiki, não pode ser perdida. Mesmo que por um longo período, o praticante não utilize o Reiki, não haverá necessidade de nova ativação energética para o mesmo nível.
18. Não há manipulação do corpo. Não é necessário despir o receptor, pois a energia penetra sem problemas através de qualquer coisa, inclusive metais e gessos.
19. Jamais pode ser utilizada para prejudicar alguém, pois a energia Reiki é condensada no chakra cardíaco, do amor incondicional, e não nos centros inferiores de energia mais densa.

A sintonização no Reiki

A sintonização no Reiki é o processo, redescoberto por Mikao Usui, por meio do qual o mestre religa o aluno à energia vital do universo. No processo de sintonização, todos os canais de força do corpo, responsáveis pela captação e distribuição da energia, são reativados para funcionarem nos moldes originais, proporcionando a condição de cura e harmonização, não somente a si mesmo, como a todos que o praticante tocar.
A linhagem do Reiki
Após a iniciação, o reikiano passa a pertencer a uma “árvore do Reiki”, que é uma expressão gráfica da linhagem de mestres que leva à Mikao Usui.  As nossas linhagens são:

Primeira, Segunda e Terceira Linhagens – Sistema Usui, Tibetano e Kahuna
Mikao Usui
Chujiro Hayashi
Hawayo Takata
Phyllis Lei Furumoto
Pat Jack, Carol Farmer, Cherie A. Prashn
Lean Smith
William Lee Rand
Johnny De’Carli
Carlos Xavier de Faria Berchielli, Silvana C. Garcia
“Nossos alunos”
    
Quarta Linhagem – Sistema Osho
Mikao Usui
Chujiro Hayashi
Hawayo Takata
Phyllis Lei Furumoto
Premjuk
Upasana
Raj Petter
Jay J. Falk
Lore Pantlen
Michael Prgomet
Johnny De’Carli
Carlos Xavier de Faria Berchielli, Silvana C. Garcia
“Nossos alunos”
    
Quinta Linhagem – Sistema Tradicional Japonês
Mikao Usui
Zyuzaburo Ushida
Kanichi Taketomi
Toyokazu Wanami
Kimiko Koyama
Doi Hiroshi
Fuminori Aoki
Johnny De’Carli
Carlos Xavier de Faria Berchielli, Silvana C. Garcia
“Nossos alunos”

Os níveis do Reiki

Para se entender porque o Reiki deve ser ensinado em três níveis, observe a analogia a seguir para entender o que é a saúde integral.


Somos a união de corpo (representado pelo cavalo Instinto), emoções (representado pelo cavalo sentimento), razão (representado pelo cavalo pensamento) e espírito (representado pelo condutor da carroça - Eu).
Quantas pessoas são controladas pelos instintos, destronando o condutor e colocado um cavalo na direção de sua vida. Há outros que fazem isso com os sentimentos. Outros ainda são dominados pela razão. Todos estão desequilibrados. Não podemos dar atenção a uma única parte de nós em detrimento das outras. Na verdade, instintos, sentimentos e pensamentos caminham lado a lado para conduzir o ser humano ao equilíbrio e saúde integral. Nenhuma área é superior a outra, mas todas juntas são partes do Eu ou self .
Isso equivale aos três níveis de Reiki. O Nível I atua sobre o caráter mais básico do ser humano, a sobrevivência física, mas não se limita aí. É necessário viver bem. O Nível II proporciona equilíbrio mental e emocional. Por isso é imprescindível fazer pelo menos até este nível, mas também não se limita aí. É necessário ter paz espiritual. Na medida em que o aprendiz consegue equilibrar e controlar os desejos básicos, emoções e pensamentos, percebe que há algo mais por trás deles: o condutor ou seu verdadeiro Eu, a essência verdadeira do ser humano. É no Nível III-A que ele irá trabalhar no aspecto inconsciente ou espiritual.
A visão holística é a de que quando todas as partes da pessoa, corpo, intelecto, emoções e espírito estão em equilíbrio, ela está externando saúde. A intenção da saúde integral está focada no cuidado preventivo e na responsabilidade pessoal de cada pessoa por sua própria saúde. Não dá para falar em paz espiritual para aquele que tem dor física, seria passar a carroça na frente dos cavalos. Há aqueles que já cuidam bem do seu corpo, mas ainda não têm equilíbrio emocional, sendo assim cada um está numa etapa que deve ser respeitada e os níveis vão sendo cursados na medida em que a pessoa evolui, ou seja, se responsabiliza por si mesma. Quando ela se equilibra, naturalmente surge o desejo de compartilhar e passar o que aprendeu adiante. É o momento de fazer o Nível III-B para se tornar mestre e ensinar o Reiki.

Os símbolos do Reiki

Símbolo, segundo o dicionário, é aquilo que, por um princípio de analogia, substitui ou representa outra coisa. Um símbolo é a expressão inteligível do que não se pode expressar de outro modo, do inexpressável. Dito de outra forma, o símbolo é a expressão análoga e o simbolizado é o inexpressável.
Os símbolos cósmicos são a expressão da natureza e atuam como instrumentos para a captação, intercessão e restauração da energia primordial cósmica. Verdadeiros satélites que captam sinais e os retransmitem fortalecidos. No Reiki, os símbolos são representações sintéticas da “energia potencial” Rei. Em física quântica, energia potencial é energia armazenada que pode ser transformada.

Pesquisas científicas com o Reiki

Wendy Wetzel, uma enfermeira descreve uma experiência de Reiki que ela conduziu:  em seu estudo, quarenta e oito pessoas compuseram o grupo experimental enquanto dez, o grupo de controle. Os grupos tiveram amostras de sangue retiradas no princípio e término da experiência. O grupo experimental recebeu treinamento em Reiki Nível I. O grupo de controle não foi envolvido no treinamento de Reiki. Das amostras de sangue foram analisados a hemoglobina e o hematócrito. Hemoglobina é a célula vermelha do sangue que leva oxigênio. Hematócrito é a relação das células vermelhas do sangue com o volume total de sangue. As pessoas do grupo experimental tiveram mudança significativa nestes valores com 28% sofrendo um aumento e o resto uma diminuição. As pessoas do grupo de controle não tiveram mudança significante. As alterações, aumento ou diminuição, são consistentes com o propósito de Reiki que é trazer equilíbrio em uma base individual. Uma paciente teve 20% de aumento nestes valores. Ela continuou tratando-se diariamente com Reiki e depois de três meses, o aumento foi mantido. A paciente vinha de um quadro de anemia por deficiência de ferro.  
No centro médico St. Vincent em Nova Iorque a experiência foi efetuada por Janet Quinn, diretora assistente de enfermagem na Universidade da Carolina do Sul. A meta desta experiência era eliminar o efeito placebo. Trinta pacientes de coração receberam vinte perguntas de um teste psicológico para determinar o nível de ansiedade. Eles foram tratados por um grupo treinado em Reiki. Um grupo de controle de pacientes também foi tratado por pessoas não treinadas em Reiki que imitaram as mesmas posições de imposição de mãos. No primeiro grupo 17% tiveram o nível de ansiedade diminuído depois de cinco minutos de tratamento; o outro grupo não apresentou nenhuma modificação.
Daniel Wirth em Orinda, Califórnia, conduziu um experimento controlado usando Reiki. Quarenta e quatro estudantes de faculdade, do sexo masculino, receberam feridas idênticas infligidas por um médico no ombro direito ou esquerdo. Vinte e três receberam Reiki e os outros vinte não. Os tratamentos eram ministrados de tal modo que a possibilidade de um efeito placebo estava eliminada. Todos os quarenta e quatro estudantes estendiam os braços através de um buraco na parede. No outro quarto, estava o reikiano administrando Reiki sem os tocar. Nem todos receberam Reiki. Foi-lhes informado que o experimento era sobre a condutividade elétrica do corpo. Ninguém sabia que a experiência era sobre cura. No oitavo dia as feridas do grupo tratado tinham melhorado 93,5 por cento comparados com 67,3 por cento dos não tratados.
Dr. John Zimmerman da Universidade de Colorado usando um SQUID (Dispositivo Supercondutor de Interferência Quântica) descobriu que campos magnéticos são criados ao redor das mãos de aplicadores de Reiki. As freqüências dos campos magnéticos que cercam as mãos dos reikianos eram de ondas do tipo alfa e gama semelhante para as observadas no cérebro de meditadores.
Dr. Barnard Grad de Universidade de McGill em Montreal, usou sementes de cevada para testar o efeito de energias curativas em plantas. As sementes foram plantadas e regadas com uma solução salina que retarda o crescimento. Uma parte das sementes, lacradas em um recipiente, foi regada com a solução energizada por um reikiano durante quinze minutos e outra não foi. A pessoa que molhava as plantas não sabia qual grupo estava sendo aguado com a solução energizada e qual não estava. As plantas regadas com a solução salina cresceram mais rapidamente e mais saudáveis, com 25% mais peso e um teor de clorofila mais alto. Estas experiências envolvendo plantas, além de confirmar a natureza de não placebo do tratamento com Reiki, confirmam a antiga compreensão metafísica de que energias curativas podem ser armazenadas em água para uso futuro. 
Universidade de Standford (USA): Sujeitos: 60 ratos. Método: corte na barriga. Grupo controle: 20 sem tratamento, Grupo sem receber Reiki: 20 segurados por estudantes não reikianos por 20 minutos por três dias e Grupo recebendo Reiki: 20: tratados por estudantes reikianos por 20 minutos por três dias. Resultados: grupo controle sem tratamento e segurados por estudantes não reikianos:  levaram 12 a 14 dias para fechar, grupo tratado pelos reikianos levaram de 3 a 4 dias para fechar. Conclusão: as mãos normais, na maioria das pessoas, não têm poder de cura. O Reiki acelera o processo de cura em 1/3 do tempo.

O QUE É HIPNOSE:


Hipnose é um estado mental ou um tipo de comportamento usualmente induzido por um procedimento conhecido como indução hipnótica, o qual é geralmente composto de uma série de instruções preliminares e sugestões. O uso da hipnose com propósitos terapêuticos é conhecido como "hipnoterapia".
As pessoas que são hipnotizadas costumam relatar alterações de consciência, anestesia, analgesia, obedecendo e realizando os atos mais variados e extremos sob este pretenso estado.
A hipnose, em termos mais estritamente descritivos, é o procedimento de sugestões reiteradas e exaustivas, aplicadas geralmente com voz serena e monotônica em sujeitos que algumas vezes correspondem às mesmas, realizando-as, seja no plano psicológico ou comportamental. Estes sujeitos responsivos também costumam relatar alterações de percepção e consciência durante a indução hipnótica. O termo "hipnose" (grego hipnos = sono + latim osis = ação ou processo) deve o seu nome ao médico e pesquisador britânico James Braid (1795-1860), que o introduziu pois acreditou tratar-se de uma espécie de sono induzido. (Hipnos era também o nome do deus grego do sono). Quando tal equívoco foi reconhecido, o termo já estava consagrado, e permaneceu nos usos científico e popular.
Contudo, deve ficar claro que hipnose não é uma espécie ou forma de sono. Os dois estados de consciência são claramente distintos e a tecnologia moderna pode comprová-lo de inúmeras formas, inclusive pelos achados eletroencefalógráficos de ambos, que mostram ondas cerebrais de formas, freqüências e padrões distintos para cada caso. O estado hipnótico é também chamado transe hipnótico.
A hipnose Ericksoniana, assim denominada por ter sido criada pelo Dr. Milton Erickson, surgiu como modernização da hipnose clássica. Trata-se de um estado alterado de consciência e percepção, de profundo relaxamento, no qual o consciente e o inconsciente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica.
O trabalho hipnótico facilita a descoberta de novas opções na vida e a quebra de padrões de sentimentos e comportamentos indesejáveis, sendo extremamente indicado no caso de manias, tics, fobias, entre outros. 

O QUE É PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA:


A Programação Neurolinguística (ou simplesmente PNL) é um conjunto de técnicas, axiomas e crenças que seus praticantes utilizam visando principalmente ao desenvolvimento pessoal. É baseada na ideia de que a mente, o corpo e a linguagem interagem para criar a percepção que cada indivíduo tem do mundo, e tal percepção pode ser alterada pela aplicação de uma variedade de técnicas. A fonte que embasa tais técnicas, chamada de "modelagem", envolve a reprodução cuidadosa dos comportamentos e crenças daqueles que atingiram o "sucesso".
O foco original da PNL era o estudo dos padrões fundamentais da linguagem e técnicas de terapeutas notórios e bem-sucedidos em hipnoterapia, gestalt e terapia familiar. Mais tarde, os padrões descobertos foram adaptados visando proporcionar uma capacidade pessoal de se comunicar de forma mais efetiva e também a realização de mudanças. Foi proposta em 1973 por Richard Bandler e John Grinder como um conjunto de modelos e princípios que descrevem a relação entre a mente (neuro) e a linguagem (linguística – verbal e não verbal) e como a sua interação pode ser organizada (programação) para afetar a mente, o corpo ou o comportamento do indivíduo.
Pode se dizer que a PNL é um corpo de conhecimentos que pretende desenvolver a excelência na experiência subjetiva e no comportamento objetivo do ser humano, buscando aprimorar sua comunicação para facilitar o atingimento de metas de superação.
A PNL é na maior parte das vezes pragmática: utiliza o termo "programação" baseado em uma analogia computacional para a mente humana. Isto é, encara o cérebro como um hardware e a mente e os pensamentos como um software, considerando a hipótese de que podemos "reprogramar" a mente, retirando "bugs", ou seja, erros de programação gerados no passado.
Um dos pontos básicos de que a PNL trata diz respeito ao que é chamado diferença entre o mundo real e o mundo percebido. A mente cria modelos da realidade, usando referências dos cinco sentidos. E estes modelos são "filtrados" pela focalização da atenção, de modo que o mesmo estímulo percebido se transforma em comportamentos totalmente diferentes, para várias pessoas. Um esquimó, por exemplo, percebe o gelo e a neve de forma completamente diferente de uma pessoa urbana. Sua experiência da neve é mais rica, com muito mais referências. De certa maneira, ele "vive em outro mundo subjetivo". Isso é a mente para a PNL - uma construção de experiências perceptivas, em um processamento em várias camadas.
As práticas de PNL, com os exercícios de mudança, visam alinhar o pensamento lógico e o intuitivo, a dedução e a indução, conectando toda a motivação e emoção que podem estar dispersas no indivíduo, para ficarem à serviço de suas decisões. A PNL utiliza técnicas que poderíamos chamar de meditativas e hipnóticas para estabelecer o que chama de "estados focalizados" e assim tentar fazer com que a pessoa utilize o seu pensamento da melhor maneira possível. Por isso, muitos dos exercícios recorrem a "estados alterados de consciência", ou estados de transe.
O pressuposto básico da PNL trata da flexibilidade da mente e que a melhor maneira de se orientar para resultados é aumentando essa flexibilidade, de tal forma que possa transformar cada experiência em aprendizagem. Outros pressupostos da PNL são: 
O cérebro da imensa maioria dos seres humanos é similar; 
Não há grande diferença entre os "gênios" e os indivíduos "normais" além de uma maneira mais eficiente de usar os pensamentos; 
Padrões de pensamento e comportamento podem ser aprendidos, se aprendermos a eliciar (investigar/descrever) os componentes das crenças (como percebemos o mundo), valores (o que priorizamos no mundo), filtros perceptivos (em que focalizamos a atenção no mundo) e fisiologia (como reagimos corporalmente ao mundo); 
Não há substituto para canais sensoriais limpos e abertos; Todas as distinções que os seres humanos são capazes de fazer em relação ao ambiente e aos comportamentos podem ser representados por registros sensoriais modais (visuais, auditivos, cinestésicos, gustativos e olfativos). Seus subcomponentes são chamados submodalidades de percepção; 
O significado da sua comunicação é a resposta que você obtém, independente de sua intenção;
Resistência é um comentário sobre a inflexibilidade do comunicador; 
As pessoas têm todos os recursos necessários para fazer as mudanças desejadas; 
O valor positivo de uma pessoa é mantido constante mesmo que o valor e a adequação do seu comportamento seja questionado; 
O mapa não é o território; 
Todo comportamento tem uma intenção positiva; 
É mais eficaz, para conseguir mudanças, representarmos a mente como uma coleção de estados internos - constelações de percepções, cognições(crenças/valores) e fisiologias - do que a concepção de um "ego" interno único e indivisível; 
Consciente e inconsciente são apenas áreas por onde o foco da atenção flutua, não compartimentos estanques; 
Se você fizer o que sempre fez, terá a resposta que sempre obteve; 
A natureza do Universo é mudança, tudo é um sistema aberto e tende a mudar. Sistemas fechados, por melhor que pareçam ser, estagnam e decaem; 
Não há erros, só resultados; 
Não há fracassos, apenas experiências de aprendizagem; 
Crenças, valores, percepções, filtros e identidade pessoal transparecem na linguagem, seja a falada, a escrita ou a corporal. Modificações na linguagem podem afetar as anteriores.


O QUE É ACUPUNTURA:



Acupuntura é um ramo da Medicina tradicional chinesa e um método de tratamento chamado complementar de acordo com a nova terminologia da OMS - Organização Mundial da Saúde.
Acupuntura consiste na aplicação de agulhas, em pontos definidos do corpo, chamados de "Pontos de Acupuntura", para obter efeito terapêutico em diversas condições.
Atribui-se o nome Acupuntura, a um jesuíta europeu que retornando da China, no século XVII, adaptou os termos chineses Zhen Jiu, juntando as palavras latinas Acum (que significa agulha) e Punctum (picada ou punção). A tradução literal do termo chinês, no entanto, é bem diferente. O correto seria Zhen (agulha) e Jiu (moxa).
A tradução causa a impressão de que o terapeuta só trabalha com agulhas. Os pontos e meridianos também podem ser estimulados por outros tipos de técnicas.
É porque, na verdade, os pontos de Acupuntura podem ser estimulados por agulhas ou pelo aquecimento promovido por moxa, um bastão de artemísia em brasa, que é aproximado da pele para aquecer o ponto de acupuntura. Há, também, o método de estimulação por laser, ainda em estudos.
A visão tradicional da medicina chinesa está profundamente ligada a teorias baseadas no Taoísmo oriental, sobre a dualidade Yin/Yang, sobre meridianos e outros conceitos bastante "exóticos" para a ciência médica ocidental. Contudo, contribuições da Antropologia, mais especificamente da Antropologia Médica, vem facilitando o entendimento destes conceitos à luz da interpretação lógica das explicações mítico-religiosas compreendidas como sistemas etnomédicos capazes de dar respostas às demandas por cuidados de saúde de uma determinada população.
O Yin e o Yang são aspectos opostos de todo movimento no universo. É um conceito hoje considerado quântico que os médicos chineses antigos conseguiram adaptar para a medicina. No corpo do homem existe um equilíbrio que pode ser alterado por diversos tipos de influências, como alimentar, ambiental, comportamental e muitas outras.
Existem muitas formas de diagnóstico na medicina tradicional chinesa. Algumas delas são a pulsação, a observação e aspectos da língua, a cor e aspectos da pele. Um médico chinês costuma dizer que não se deve olhar apenas o paciente, mas escutá-lo, tocá-lo, cheirá-lo,  conhecer as suas fezes e urina.
Dentro do conhecimento atual de fisiologia, a Acupuntura é um método de estimulação neurológica em receptores específicos, com efeitos de modulação da atividade neurológica em três níveis – local, espinhal ou segmentar, e supra-espinhal ou suprasegmentar.
É verificada a participação do Sistema Nervoso Autônomo na Acupuntura, através dos nervos simpáticos, observando-se também que os pontos de Acupuntura possuem impedância menor entre si que os pontos próximos ou circunjacentes. O efeito da Acupuntura é conduzido através dos nervos, pois constatou-se que o estímulo acupuntural não surtia efeito quando aplicado em área bloqueada por anestésico local.
Muitos dos pontos de Acupuntura correspondem a locais de penetração das fibras nervosas na fáscia muscular, 309 pontos estão localizados sobre terminações nervosas e 286 pontos localizados sobre os principais vasos sanguíneos, rodeados pelos Nervi vasorum, a inervação própria dos vasos sanguíneos. Alguns pontos de Acupuntura correspondem aos pontos gatilhos que são pontos localizados na musculatura, sensíveis ao toque e que condicionam o surgimento de sintomas à distância, como dores de cabeça, por exemplo.
Com relação aos neurotransmissores, até o presente momento, sabe-se que a Acupuntura afeta a expressão e ou liberação de serotonina, e dos peptídeos opióides beta-endorfina, meta-encefalina, e dinorfina. A colecistocinina, peptídeo envolvido no processo digestivo, é antagonista da acupuntura. Considerando que a colecistocinina é estimulante da secreção ácida do estômago, temos daí a compreensão do efeito benéfico da acupuntura sobre as gastrites, úlceras e na Doença de refluxo gastroesofágico. A Naloxona, inibidor da ação de opióides, muito utilizada em Medicina antagoniza os efeitos da Acupuntura. Em dado momento, postulou-se que a ação da Acupuntura seria fruto apenas da liberação de endorfinas, entretanto, a rápida instalação da analgesia e sua duração maior que o tempo de aumento da quantidade de opióides pela Acupuntura liberados demonstra que outros mecanismos estão envolvidos. 
Atualmente, a Acupuntura é utilizada para uma ampla variedade de doenças e distúrbios nervosos. 


O QUE É AURICULOACUPUNTURA:


Auriculoacupuntura é a Acupuntura realizada em pontos da orelha que é um micro-sistema com representação de todo o corpo e suas estruturas. A imagem mais difundida mostra a orelha como o feto de ponta-cabeça, correspondendo o lóbulo à cabeça.
Normalmente as agulhas, parecidas com tachinhas mais finas, são deixadas na orelha para continuar o estímulo por alguns dias. 
Não se sabe quando começou a Auriculoacupuntura, mas é provável que quando o Ocidente importou a Acupuntura a estimulação da orelha tenha vindo junta.
O médico francês Paul Nogier criou um sistema a que chamou de Auriculomedicina, que ele diz não ter ligação com a Acupuntura, mas que mantém o uso de pontos na orelha.
Auriculoacupuntura é muito usada sintomaticamente para aliviar dores ou auxiliar o tratamento com a Acupuntura sistêmica, por apresentar um efeito rápido e pela possibilidade de continuar com os estímulos por mais tempo. Pela associação com a imagem do feto é fácil guardar a relação das áreas da orelha com o corpo.
A Auriculoacupuntura pode ser um tratamento eficaz para aquelas que desejam parar de fumar, usar drogas ou álcool, tratar desordens fisiológicas ou nervosas. A duração do tratamento varia de acordo com a doença. É um método praticamente indolor e sem contra-indicações.

O QUE É KIRLIANGRAFIA:


O nome Kirliangrafia surgiu como homenagem a Semyon Davidovich Kirlian, em 1939, na Rússia. O método consiste em fotografar um objeto ou um corpo com uma chapa fotográfica, submetida a campos elétricos de alta-voltagem e alta-frequência, porém baixa intensidade de corrente. O resultado é o aparecimento de um halo luminoso em torno dos objetos ou corpos. Este estímulo elétrico torna visível a energia que circunda o corpo físico ou o objeto fotografado, normalmente invisível ao olho humano.
A história da Kirliangrafia diz que o efeito foi redescoberto "acidentalmente", não sendo resultado de nenhum tipo de pesquisa sistemática desenvolvida por Kirlian, que nem cientista era, e sim eletricista, porém, vários experimentos estavam sendo realizados na época, muitos dos quais eram pesquisas sobre as influências dos campos elétricos e eletromagnéticos nos seres humanos e suas possíveis aplicabilidades práticas (possivelmente militar). 
Sabe-se atualmente que, como resultado do metabolismo celular de nossos corpos, diversas substâncias químicas são liberadas e, no final, são exaladas sob a forma de gases e/ou vapores pelos poros da pele, como o suor, uréia, CO2, NH4, SO2, etc. Este fato pode ser demonstrado através de um aparelho que faz análises químicas muito precisas, ou seja, o espectrofotômetro. Conforme seja a composição química desses gases e vapores exalados pelas papilas digitais e ionizados na máquina fotográfica Kirlian, surgem as diversas cores e estruturas geométricas nas fotos. Como esses gases e/ou vapores são produzidos pelo metabolismo celular, indicarão como se encontra o estado de saúde orgânica e psíquica da pessoa. 
Uma fotografia Kirlian é a imagem da ionização dos gases e/ou vapores exalados pelos poros da pele e as cores e estruturas geométricas que nela aparecem nos permitem um auxílio diagnóstico de problemas orgânicos e/ou psíquicos. 
Desde que o assunto surgiu na antiga URSS, foram realizadas muitas pesquisas. A utilização da fotografia Kirlian foi aprovada em 1999 pelo Ministério da Saúde da Federação Russa para uso como ferramenta auxiliar de diagnóstico médico, na seqüência de um estudo realizado na Universidade Governamental de Medicina de São Petersburgo  que sugere alterações significativas no padrão observado na foto Kirlian em portadores de asma antes e após tratamento, e correlação com o estado emocional dos mesmos. 
No Brasil, o Prof. Newton Milhomens, a partir de 1968, começou a pesquisar sobre o assunto, tendo chegado a descobrir como identificar sinais no halo que identificavam doenças orgânicas e problemas diversos na área psíquica, através das fotos Kirlian.
No procedimento para obter uma foto Kirlian, o objeto, como por exemplo uma folha ou a parte do corpo de uma pessoa (geralmente os dedos), é colocado próximo à emulsão fotográfica, em uma chapa isolante com um eletrodo metálico por baixo, o qual está ligado ao aparelho de fotografia Kirlian que gera uma corrente elétrica pulsante de alta freqüência, baixa amperagem e alta voltagem (normalmente de cinco mil até vinte mil volts). Na foto obtida por este processo, aparece uma luminescência felpuda ao redor dos contornos dos objetos fotografados, resultantes da ionização dos gases que ali se encontram, onde fótons são produzidos e ali ficam registrados. Fotografias Kirlian capturam os padrões de radiação eletromagnéticas emitidos por objetos através de um amplo espectro de energia. Esses padrões de luz estão além do que é visível para o olho nu.
Atualmente a fotografia Kirlian, além de ser utilizada como auxílio diagnóstico na área médica, para identificar problemas de saúde orgânica e/ou psíquica, também está sendo utilizada em pesquisas nas áreas de agronomia, mineralogia, fitoterápicos, acupuntura, veterinária, homeopatia, psicologia, terapias complementares diversas. 
O efeito Kirlian, nos dias de hoje, é reconhecido pela ciência, e encontra portas abertas na Associação Norte Americana de Medicina, no Exército e na Marinha dos Estados Unidos. Na Rússia, o efeito Kirlian é utilizado para identificar pragas nas plantações, identificar sementes de má qualidade, melhorando a quantidade nas safras de cereais. 
No Brasil, já existe o diagnóstico Oncológico Kirliangráfico, embasado nos trabalhos dos Drs. Júlio Grott e Hélio Grott Filho, do Hospital das Forças Armadas de Curitiba. Este trabalho foi publicado na Edição Técnico – Cientifica número 04, de outubro/dezembro de 1987, pelo Hospital das Forças Armadas de Brasília, sendo este o primeiro órgão oficial a publicar a referida matéria na América do Sul. 
Estas são algumas das atuais aplicações da eletrografia já comprovadas:
a.. medir a força vital das sementes e das plantas;
b.. detectar doenças físicas, antes que essas apareçam no corpo físico;
c.. utilizar, conjuntamente com outras terapias, como acompanhamento a fim de avaliar a eficiência dos tratamentos;
d.. aplicações em testes psicológicos na indústria e no comércio para fins de seleção de pessoal;
e.. investigar os efeitos tóxicos residuais dos medicamentos e alimentos;
f.. determinar a compatibilidade psicológica entre dois indivíduos;
g.. avaliar a capacidade de um terapeuta para ativar um processo de auto-tratamento de paciente;
h.. avaliar, nas crianças, as consequências dos conflitos entre os pais.
f.. detectar e avaliar doenças psicossomáticas.
A Bioeletrografia, como é atualmente chamada a fotografia Kirlian, capta padrões de alterações da saúde física (intoxicação, stress, dores, processos infecciosos, processos inflamatórios, processos degenerativos, processos alérgicos, padrões oncológicos), padrões de alterações na saúde mental (hiperatividade e apatia, melancolia e tristeza, angústia e ansiedade, conflitos emocionais, estados depressivos, raiva e tendências auto-destrutivas), bem como estados alterados de consciência.
Tem sido também um auxiliar para a conscientização das pessoas, pois mostra de maneira muito clara e explícita o poder da mente enquanto e criadora reguladora do padrão de energia, mostra que emoções, ou até a lembrança delas, alteram o campo bioenergético da pessoa demonstrando que a mente consegue influenciar o campo de energia de outras pessoas com o potencial de transmitir energia, desde que haja um direcionamento mental.

Como fazer a avaliação

São fotografadas as pontas dos dez dedos da mão numa máquina fotográfica Kirlian (padrão Milhomens) e após três dias, entrega-se as fotos reveladas junto com a avaliação. Cada dedo tem relação com órgãos específicos e meridianos, portanto é possível verificar doenças físicas, antes que essas apareçam no corpo físico; investigar os efeitos tóxicos residuais dos medicamentos e alimentos, determinar a compatibilidade psicológica entre dois indivíduos; avaliar, em crianças ou adultos, as consequências dos conflitos de relacionamentos; detectar e avaliar doenças psicossomáticas; verificar alterações da saúde física (intoxicação, stress, dores, processos infecciosos, processos inflamatórios, processos degenerativos, processos alérgicos, padrões oncológicos); padrões de alterações na saúde mental (hiperatividade e apatia, melancolia e tristeza, angústia e ansiedade, conflitos emocionais, estados depressivos, raiva e tendências auto-destrutivas) e estados alterados de consciência.
As fotos são tiradas em 10 minutos. As mãos são colocadas numa câmara escura sobre a chapa fotográfica da máquina Kirlian. O processo é, como em qualquer foto normal, indolor.


O QUE É KARUNA REIKI®:


Karuna é uma palavra em Sânscrito que é usada em Hinduísmo, Budismo e na prática Zen, cuja tradução significa “Qualquer ação que se toma para diminuir o sofrimento dos outros”, podendo ainda ser traduzida por “Ação Compassiva”. Quando ajudamos os outros, através da “Ação Compassiva” todos somos beneficiados. Segundo os ensinamentos budistas, Karuna deve ser acompanhado de “parjna ou sabedoria”, para se obter o correto efeito.
O Sistema Karuna Reiki® foi desenvolvido por William Lee Rand, que uniu e usou os símbolos, canalizados por vários mestres de Reiki, e que apresentavam, segundo ele, maior potência do que a alcançada por outros símbolos. 
Alguns dos símbolos do Karuna Reiki® são usados em outros sistemas, porém, com outros resultados. Estes símbolos, durante um tratamento, atuam de modo intenso e diferente do que os do sistema Usui de Reiki, sendo considerado pelos praticantes como mais específicos.
Dos símbolos do primeiro nível do Karuna o primeiro prepara o cliente para um tratamento num nível mais profundo, atuando no nível celular nos problemas decorrentes de experiências traumáticas, sentimentos e idéias negativas que foram desenvolvidas ao longo da vida. 
O segundo símbolo atua como o anterior, porém em dimensões mais elevadas e em níveis mais profundos, rompendo padrões negativos de nosso inconsciente. 
O terceiro preenche a pessoa com amor restaurando o equilíbrio, enquanto o quarto, completa o tratamento sendo usado para o aterramento do cliente ao encerrar o atendimento.
Os símbolos usados e ensinados no Karuna II possuem uma vibração mais alta e específica. Eles ajudam a conectar diretamente com os níveis inconscientes superiores trabalhando num nível ainda mais profundo.


O QUE SÃO FLORAIS:


Essência floral ou elixir floral é a denominação convencional para um preparado natural, geralmente elaborado a partir de flores maduras, plantas ou ainda arbustos ao qual se agrega brandy ou álcool natural como conservante. O resultado é uma solução hidroalcaólica diluida que não possui princípios ativos e que por este motivo não apresenta nenhum efeito fisiológico, biológico ou orgânico. Os preparados normalmente se administram via oral e não apresentam toxixidade para as doses habituais.
A terapia floral foi criada nos anos de 1928 a 1936 pelo Dr. Edward Bach, médico homeopata, bacteriologista e imunologista. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções do paciente. Os florais tratam o estresse, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações que uma pessoa esteja sofrendo.
O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.
Nos anos 1930, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho. Hoje, a Terapia Floral está se disseminando, a cada dia, nos consultórios dos terapeutas, psicólogos, médicos, etc do mundo inteiro. 
Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na década de 1980 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos Estados Unidos. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.
As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos Estados Unidos[onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 1980 e se intensificaram nos anos 1990, não são consideradas medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos ou de submissão ao regime de vigilância sanitária, mas também não permite que sejam apresentadas indicações terapêuticas, com finalidades preventivas ou curativas.
As Essências Florais de Bach Originais são naturais e têm origem do Bach Centre, local onde Dr. Bach viveu seus últimos anos (1934-1936) em Mount Vernon, Sotwell, Wallingford, na Inglaterra. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. As essências florais de Minas, no Brasil, vem do Sítio Florais de Minas, no quadrilátero ferrífero do Triângulo Mineiro.
O efeito da essência não depende da quantidade de gotas tomadas a cada vez, mas da frequência de vezes tomadas ao dia; assim, alguns profissionais recomendam tomar 4 gotas 4 vezes ao dia (ao acordar, antes do almoço, pelas 17 horas e antes de dormir), podendo-se aumentar ou diminuir a dosagem conforme a necessidade ou indicação do profissional responsável. No entanto, alguns profissionais afirmam que se pode tomar o remédio na hora que se lembrar (caso esqueça de tomá-lo no momento indicado), mas que não devem tomar-se doses acumulativas (por ex.: 8 gotas por vez).
O uso pode ser sub-lingual (debaixo da língua) para uma absorção mais rápida. De vez em quando, bater o frasco contra a palma da mão (mais ou menos 10 vezes) antes de usá-lo. Para se obter o efeito pleno, as gotas devem conservar-se na boca por um momento antes de engoli-las. É preciso tomar cuidado para não deixar o conta-gotas entrar em contato com a língua, pois as enzimas digestivas podem transferir-se da língua para a mistura no frasco. Isto afetaria o gosto, se bem que não afetaria a eficácia do remédio.
Manter o frasco bem fechado. Manter o remédio longe do calor, luz, umidade e aromas. Deixar longe de radiações e aparelhos elétricos (TV, equipamento de som, celular, computador, ar condicionado, etc).
Por ser um produto natural e devido às condições climáticas de países com clima mais quente, a validade do floral é, geralmente, de 30 dias (ver data de validade no rótulo). Em países de clima mais frio, a validade pode chegar até 90 dias.
As essências florais podem ser administradas juntamente com os remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos, desde que não haja contra-indicação específica. Os preparados com conhaque, por exemplo, não devem ser utilizados, por alcoólatras ou por portadores de doenças do fígado. Nestes casos, as essências podem ser preparadas com vinagre de maçã natural.
Muito se diz sobre os Florais, porém, para quem não conhece, pode se confundir no que tange a região de atuação do Floral. Os Florais atuam numa região muito pouco explorada pela ciência, o Emocional. Um remédio antidepressivo, por exemplo, não age na causa da depressão e sim nos sintomas que a depressão produz.
Remédios curam doenças físicas, Florais restabelecem os arranjos emocionais.
O Floral age em pontos como na origem emocional do medo, na origem emocional da ansiedade, na origem emocional da insegurança entre outros desarranjos emocionais. Doenças físicas, em sua maioria, têm sua origem no emocional.
Fazendo uma analogia rápida, os Florais estão para os psicólogos e  terapeutas assim como os remédios estão para os médicos.
Existem diversos estudos científicos sobre a eficácia dos florais. Nunca pode se dizer que o efeito dos Florais é placebo, uma vez que, para que o placebo exista, é necessário que o paciente saiba que está tomando e o motivo pelo qual esta tomando a substância. Florais são usados por pessoas adultas, crianças, animais e plantas. Destes quatro grupos, apenas as pessoas adultas sabem o que estão tomando e o motivo pelo qual estão tomando o Floral. Crianças, Animais e Plantas não sabem da presença do Floral em suas alimentações. Pingando algumas gotas nas refeições de crianças e animais ou pingando algumas gotas na terra onde a planta está, é perceptível sua melhora.

Quem foi Edward Bach


Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Nesta época ele não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham.
Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914. No ano de 1917 foi rejeitado para servir na Primeira Guerra Mundial, provavelmente por sua saúde frágil. Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como assistente clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919). Trabalhou incansavelmente mesmo não se sentindo bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917. Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.
No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite. Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltar a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir. Em pouco tempo estava totalmente recuperado.
Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo exclusivo para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.
Foi nesta situação que conheceu a Doutrina de Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo. Descobriu os princípios de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.
Em 1926, publicou com C.E. Wheeler o "Cronic Disease. A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.
Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi em uma festa, e ficou em um canto observando as pessoas quando aí teve um insight. Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.
Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.
Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.
Dr. Edward Bach entendeu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: Orgulho, Crueldade, Ódio, Egoísmo, Ignorância, Instabilidade Mental, Cobiça e Gula.
Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: Paz, Esperança, Alegria, Fé, Certeza, Sabedoria, Amor. E o seu conceito de saúde seria: Harmonia, Integração, Individualidade, Integridade.
O importante seria que a alma e a personalidade estivessem em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o seu efeito.
Para o Dr. Edward Bach, deve ser tratada a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia-a-dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".
No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em 27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com 50 anos de idade) em sua casa em Mont Vernon, Grã-Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.

O QUE É FENG SHUI:

Feng Shui é um termo de origem chinesa, cuja tradução literal é vento e água. Sua pronúncia correta em mandarim é "fon xuei". 
Segundo esta corrente de pensamento, estabelecendo uma relação yin/yang, os ideogramas Feng e Shui (respectivamente Vento - yang - e Água - yin -) representam o conhecimento das forças necessárias para conservar as influências positivas que estão presentes em um espaço e redirecionar as negativas de modo a beneficiar seus usuários.
A origem da expressão "Feng Shui" está no Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 d.C). O termo é citado na seguinte sentença: O Qi é disperso pelo vento (feng) e acolhido pela água (shui).
O Feng Shui é uma corrente de pensamento analítico com tradição de mais de 4000 anos. Os mestres chineses que o estruturaram perceberam que cada área natural, terreno ou edificação seria dotada de sua própria vibração influenciada pela presença do Ch'i, e estaria sujeita às várias influências do ambiente que a circunda.
Constatando que certos tipos de vibrações presentes no ambiente e em seu entorno poderiam agir de modo benéfico para o corpo e a mente, enquanto que outros tipos tenderiam a ser prejudiciais, compreenderam a importância de estudar como situar as edificações, móveis e objetos da maneira mais adequada para favorecer seus usuários. Quando as pessoas buscam este equilíbrio com as forças benéficas da Natureza podem gozar de saúde, boa sorte e prosperidade. Quando as ignoram e se alinham com influências nocivas, podem experimentar dificuldades e obstáculos que podem se expressar como doenças, má sorte ou indisposição. 
Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a um paciente. Segundo eles, da mesma forma que o Acupunturista, diagnostica os bloqueios na circulação de energia de um paciente e aplica agulhas em uma parte do corpo para curar uma outra parte ou órgão, o consultor de Feng Shui detecta as influências visíveis e invisíveis em um ambiente e recomenda curas em uma área particular do imóvel que são capazes de alterar as características da circulação de energia no todo. 
Cada avaliação de Feng Shui é única, relativa às influências magnéticas do local, da edificação e de seus habitantes.
O conhecimento destas influências pode explicar muitos fenômenos que percebemos apenas de forma intuitiva, por exemplo: o que nos faz sentir confortáveis em determinado ambiente; porque certas áreas de uma edificação são pouco ou nunca ocupadas; porque alguns dos seus moradores sempre estão adoentados; porque certas edificações ou áreas em uma cidade são bem ocupadas enquanto outras são evitadas pelos habitantes.
O primeiro objetivo do Feng Shui é guardar e preservar as boas influências disponíveis no lugar de modo a permitir que permaneçam e se distribuam suavemente pela edificação.
O segundo objetivo é reduzir os efeitos negativos das diversas influências nocivas ao local, presentes na sua construção ou frutos das alterações em seu entorno.
O terceiro objetivo é implementar curas que possam produzir resultados em termos de saúde, bem-estar e harmonia para os moradores ou usuários do espaço tratado. Isto pode ser conseguido estimulando as características do espaço benéficas para as pessoas que habitam este local – através das alterações arquitetônicas ou da forma, da cor, e do posicionamento dos objetos presentes no local.
Ao longo dos séculos, os sábios chineses desenvolveram elaborados métodos e sistemas matemáticos estruturados em torno da filosofia taoísta para mapear as características magnéticas de uma edificação, mesmo que ela ainda não tenha sido construída. O Feng Shui trabalha cada ambiente em dois diferentes níveis: o visível e o invisível.
O aspecto visível se refere a tudo que podemos ver, as diversas formas que estruturam cada espaço e as relações aparentes entre elas. Sua observação poderia indicar o que está errado num determinado ambiente, por exemplo, os ensinamentos do Feng Shui relatam que seria nocivo: a porta principal alinhada com a porta dos fundos; a escada alinhada à porta de entrada; ou objetos pontiagudos ou de aparência desagradável na direção de portas ou janelas. Estas características são relativamente fáceis de remediar e com freqüência o tratamento conduz a resultados efetivos.
Os aspectos invisíveis são considerados até mesmo mais importantes que os aspectos visíveis. Somente os métodos mais elaborados do Feng Shui são capazes de detectar as influências invisíveis de uma edificação. Estas características explicam porque intuitivamente sentimos alguns ambientes ou locais como ruins e outros como bons.
Como o invisível não poderia ser percebido diretamente pelos sentidos, seu estudo é realizado através de cálculos matemáticos que descrevem o campo eletromagnético existente num determinado espaço, situando-o em relação à planta do local ou edificação que está sendo trabalhado.
A base para o entendimento destes aspectos invisíveis é a compreensão de que o alinhamento (orientação do imóvel em relação aos campos eletromagnéticos) e as características do momento em que foi construído (relacionadas também aos aspectos da vida estudados pela Astrologia Chinesa) contribuem para que o mesmo manifeste ou atraia certos tipos de vibrações.
De forma prática e objetiva, o consultor usa uma bússola para descobrir a orientação desses campos e fazer o estudo das características eletromagnéticas do local ou ambiente, registrando os aspectos percebidos, benéficos ou não.
Segundo o Feng Shui, não é possível corrigir problemas visíveis sem que também sejam determinados, ou mapeados, estes aspectos invisíveis. Sem isso os resultados não serão duradouros, não importa o que tenha sido feito no nível do visível. As influências nocivas invisíveis precisam também ser corrigidas no nível visível – trabalhando a cor, a forma e os materiais associados aos diversos aspectos do espaço em estudo.
Entre as escolas de Feng Shui mais conhecidas na atualidade se destacam: a Escola da Forma e da Bússola, pertencentes ao Feng Shui Tradicional Chinês; A Escola do Chapéu Preto, de origem Tibetana, que usa como instrumento o Ba Gua, alinhando o norte à porta principal; Xuan Kong Fei Xing ou Estrelas Voadoras do Tempo-Espaço, considerada como sendo a teoria mais sofisticada do Feng Shui e amplamente utilizada na Ásia.
Em razão de sua complexidade e dificuldade de tradução dos termos utilizados, somente nos últimos anos do século XX a Escola das Estrelas Voadoras  tornou-se conhecida no Ocidente. A palavra Estrelas neste contexto é sinônimo de Chi e se refere às características vibracionais do ambiente; Voadoras porque estas características são dinâmicas, ou seja, se movimentam – pode-se também dizer que se modificam – no espaço e ao longo do tempo.
A aplicação de Xuan Kong Fei Xing utiliza raciocínio lógico em conjunto com fórmulas matemáticas e se refere a quatro aspectos: Tempo, Espaço construído (edificações), Ambiente (entorno) e Pessoas (usuários), pois examina como a influência vibracional do ambiente e do espaço produzido pelo homem age sobre a saúde e a prosperidade das pessoas ao longo do tempo. Esta é uma visão dinâmica do Feng Shui através da qual é possível verificar que a qualidade vibracional de um ambiente muda ao longo do tempo se não for renovada. A técnica das Estrelas Voadoras pode ser identificada pelo uso de uma bússola específica - "Luopan" - para encontrar a orientação magnética da edificação. Esta informação e o período de tempo no qual o imóvel foi construído formam a base para os cálculos que determinarão o mapa que mostra as influências intangíveis e proporciona os meios de atuar sobre estas influências ao longo do tempo. Esta atuação também deve levar em conta as influências tangíveis, ou seja, a influência das formas internas e externas à edificação.
Atualmente, não se admite um investimento imobiliário na China, sem considerar as recomendações do Feng Shui. A expansão do comércio ajudou muito a difusão dessa técnica também no Ocidente, e relacionamos hoje, uma multiplicidade de empresas famosas que buscaram o Feng Shui no desenvolvimento de seus projetos, entre as quais, destacam-se: Banco da China, Hong Kong Bank, Shangai Bank, Hyat Hotel (Singapura), Marks & Spencer (Londres) e, nos Estados Unidos, Citybank, Chase Manhattan, Orange (telefonia celular), Donald Trump, Morgan Trust Bank, Virgin (venda de discos), Wall Street Journal e outros.

Como é a Consulta residencial ou comercial de Feng Shui

É feita uma análise completa do local, onde todos os dados necessários serão coletados. Após todas as análises, um relatório escrito e personalizado será entregue com todos os esclarecimentos dentro de alguns dias depois da visita. Todas as informações importantes sobre os efeitos da construção serão reveladas na consulta com todas as modificações necessárias para corrigir o Feng Shui.
As consultas podem ser feitas na fase do projeto, na compra da casa ou terreno, após estar morando ou trabalhando no local.
Consultas na fase do projeto: Utilizar as técnicas do Feng Shui na fase do projeto é a melhor alternativa para melhores resultados. Trabalhar diretamente com o cliente, arquiteto ou decorador antes das plantas serem finalizadas, irá assegurar um melhor benefício do novo espaço a ser criado. A consulta também inclui a melhor data para começar a construção.
Reforma de ambientes: É feita uma análise das reformas propostas e são sugeridas mudanças, de maneira a aproveitar o melhor que o local pode oferecer.
Compra de casas: É feita uma análise de diferentes locais para que o mais apropriado seja escolhido. Os chineses sempre foram muito cuidadosos ao escolher um local para estabelecer uma vila, uma cidade ou uma capital. Um local bem escolhido poderia trazer prosperidade, enquanto uma escolha errada poderia trazer fome e miséria. A responsabilidade pela escolha de um local auspicioso pesava nos ombros do homem que possuía os conhecimentos necessários para realizar essa difícil tarefa. 
Não há custo para a visita inicial e somente após esta visita é possível oferecer um orçamento. 

(Retirado de várias páginas da Internet)








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